Bem vindos ao espaço colaborativo de Segurança Pública!.

Este espaço é para incentivar a preparação e publicação de artigos em eventos destinados a publicação científica.

O intuito é que se apresentem ideias e se construa de forma compartilhada, com ajuda de críticas e sugestões dos colaboradores, artigo para posterior envio para congresso, seminários, workshops e revistas especializadas.

Os conteúdos aqui postados devem ser exclusivamente para o enriquecimento intelectual e não se ater no cunho político partidário ou ofensivo a condução das políticas públicas de segurança. O objetivo principal é propor soluções e não o simples rechaçar.

Obrigado!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Pesquisa sobre emprego de SIG

As informações aqui postadas são fruto de Pesquisa pelos alunos do curso de análise criminal da SENASP, sobre utilização de Sistema de Informação Geográfica. A pesuisa foi solicita para ser colocada no fórum de dicussão de conteúdo. Foi solicitado um texto curto e objetivo.

Os nomes dos cursistas foram excluídos, pois apenas as informações pesquisadas são relevantes no momento.

O Estado de Santa Catarina vem utilizando a tornozeleira eletrônica em condenados pela justiça, onde o equipamento o detento que está em prisão domiciliar. As tornozeleiras eletrônicas também se mostram eficazes para recapturar os detentos que não estão dentro de circulação delimitado pela Justiça. Como exemplo foi citado que na madrugada da última terça-feira, um detento da semiliberdade de Criciúma saiu de casa e foi pego pela Polícia Militar em uma região de tráfico e prostituição. A tornozeleira ajudou na prisão.

As informações são passadas à Central de Monitoramento, da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa do Cidadão, em Florianópolis. No posto, uma equipe controla os passos dos presos usuários das tornozeleiras por meio de programas de rastreamento associados ao Google Maps.

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&local=18§ion=Geral&newsID=a3091581.xml

___________________________________________
A Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão de Santa Catarina (SSPDC-SC), em parceria com a empresa Imagem, está implementando um projeto de prevenção ao crime, tendo como base a utilização de um Sistema de Informações geográficas (GIS).

O projeto utilizará o GIS para mapear as regiões com maior concentração de crimes e saber quais ocorrências são mais comuns em cada localidade.

Com base nestas análises, a Secretaria espera otimizar a gestão da frota policial nas ruas, agilizar os despachos das ocorrências pelas Centrais Regionais de Emergências (CRE) da Secretaria de Segurança Pública, tornando os serviços de ronda e prevenção mais eficazes. O projeto deve ser finalizado no prazo de seis meses e receberá o investimento de cerca de 1,3 milhão de reais.

Fonte: http://jus.uol.com.br/revista/texto/13815/o-controle-jurisdicional-dos-atos-administrativos-discricionarios-com-fundamento-no-principio-da-razoabilidade/3

___________________________________________________
Na região metropolitana de Belém do Pará o SIG (Sistema de Informação Geográfica) está senso usado para a indicação de áreas possíveis de se implantar o aterro sanitário.


_______________________________________________
Encontrei um artigo sobre Análise Criminal, onde os autores discorrem sobre todo o processo e importância da Análise Criminal, além das utilidades do SIG.

http://www.acors.org.br/index.php?mod=pagina&id=683

_____________________________________________
Também há notícias de utilização do SIG por diversas universidades, principalmente no âmbito da agronomia e da agricultura:

www.inf.ufsc.br/~barreto/trabaluno/ICCPitz20011.pdf - Similares

www.ufrrj.br/institutos/it/deng/varella/.../Wilson_Jaboticabal2008.pdf

______________________________________________
Um SIG é projetado para aceitar dados de uma grande variedade de fontes, incluindo mapas, fotografias de satélites, textos impressos ou estatísticos. O SIG converte todos os dados geográficos em um código digital e é programado para processar as informações e, em seguida, obter as imagens. O governo canadense criou o primeiro SIG na década de 1960.

Fonte http://www.edumedeiros.com/geografia/sig.php

____________________________________________________
O planejamento de transportes envolve o conhecimento e a análise de um conjunto multidisciplinar de informações. Atualmente, estas informações estão dispersas nos diversos órgãos do Governo Federal e organizações não governamentais, ligados ou não, à área de transportes.

Embora existam vários sistemas de informações, há uma carência na disseminação, que facilite o acesso às informações disponíveis para as entidades interessadas em planejar transportes, o acesso às informações disponíveis.

Disponível em: . Acesso em: 24. mar. 2011.

__________________________________________________
O planejamento de transportes envolve o conhecimento e a análise de um conjunto multidisciplinar de informações. Atualmente, estas informações estão dispersas nos diversos órgãos do Governo Federal e organizações não governamentais, ligados ou não, à área de transportes.

Embora existam vários sistemas de informações, há uma carência na disseminação, que facilite o acesso às informações disponíveis para as entidades interessadas em planejar transportes, o acesso às informações disponíveis.

Disponível em: . Acesso em: 24. mar. 2011.

_________________________________________________________
Além dos detentos em semi-liberdade estarem sendo monitorados, a frota toda de viaturas das polícias e do sistema penitenciário de Santa Catarina estão dentro do programa de monitoramento para melhor otimização dos serviços e para estarem presentes nos locais de maior incidência de delinquência em nosso estado. Esperamos que isto melhore um pouquinho a grande falta de efetivo humano.

________________________________________________________
O governo do Estado de Santa Catarina, como forma de coleta de informações processadas lançou mão de vários mecanismos. Para tanto foram utilizados quadros, tabelas, gráficos e mapas, com o intuito de obter informações necessárias na elaboração do plano Municipal de saúde. Fonte

http:/www.saude.gov.br

Sala de situação

_________________________________________________
É uma tecnologia que envolve todas as áreas de formação, não exige quesito algum para ser aplicada, ou seja, qualquer especialista pode fazer uso de sua tecnologia para beneficiar-se em suas pesquisas ou trabalhos. No entanto para fazer seu uso, é necessário que os conceitos das disciplinas sejam transformados em representações computacionais.

Essas ferramentas computacionais são caracterizadas como sistemas de informações geográficas ou pela sigla SIG,como é mais conhecida,onde permite que seja realizado análises mais complexas e extensas, ao envolver dados de diversas fontes e ao formar bancos de dados georreferenciados. Facilita ainda a possibilidade de automatizar a produção de documentos cartográficos.

Utilizando instrumentos como imagens de satélite, fotografias aéreas, mapas, banco de dados e aplicativos específicos, o geoprocessamento possibilita a geração de análises e informações necessárias para a tomada de decisão rápida e eficaz, constituindo-se, portanto em um importante instrumento no planejamento de ações na área ambiental.

Fonte: http://www.webartigos.com/articles/15901/1/A-Importancia-do-GEOPROCESSAMENTO-na-Auditoria-e-Pericia-Ambiental/pagina1.html#ixzz1HeohSS8c

__________________________________________________
Existem vários modelos de dados aplicáveis em SIG (Sistemas de Informação Geográfica). Por exemplo, o SIG pode funcionar como uma base de dados com informação geográfica (dados alfanuméricos) que se encontra associada por um identificador comum aos objectos gráficos de um mapa digital. Desta forma, assinalando um objeto pode-se saber o valor dos seus atributos, e inversamente, selecionando um registro da base de dados é possível saber a sua localização e apontá-la num mapa.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_Informa%C3%A7%C3%A3o_Geogr%C3%A1fica

__________________________________________________
O SIG está sendo utilizado em Angola, através do Ministério de Obras Públicas, com o objetivo de apoiar o Governo na reabilitação de sua infra-estrutura, bem como no monitoramento e intervenção de desastres naturais.

Segundo a diretora do Gabinete de Informação Geográfica do Ministério das Obras Públicas, Manuela Bezerra, os Sistemas de Informação Geográfica têm sido um instrumento utilizado no auxílio aos governos e instituições para realizarem as suas funções de forma mais eficiente e eficaz.Informou ainda que para a aplicação do sistema, está sendo feito por parte do Ministério um levantamento cartográfico em diferentes escalas, para atualizar as bases de dados com informações relevantes para a implementação do sistema.

Fonte: http://mundogeo.com/blog/2007/11/19/governo-de-angola-implanta-sistema-de-informacoes-geograficas/

______________________________________________
Encontrei na página da internet da Prefeitura de Blumenau, pois lá existe um instituto de cartografia que usa esse sistema que não é permitido ao público acessá-la

__________________________________________________________
Através do SIG o Governo do Estado de Santa Catarina e UFSC fazem parceria para o por em prática o projeto "Desenvolvimento e Implementação de Metodologia para a Análise de Dados Georeferenciados em Segurança Pública" - Fonte: UFSC.

_________________________________________________________
A Companhia de Informática do Paraná - Celepar uma moderna estrutura de geoprocessamento, auxiliando o Governo do Estado do Paraná a planejar as atividades e aferis resultados para a tomada de decisões. Dispõe para este fim de uma plataforma de geração e edição de dados geográficos,

A Celepar tornou disponíveis novos recursos para processamento de informações geográficas, ordenamento e gestão territorial, otimização da arrecadação, localização de equipamentos e serviços públicos, geo-marketing , gestão ambiental, gerenciamento de sistema de transportes, comunicação, programas sociais, entre outras funcionalidades.

Os Sistemas de Informações Geográficas (SIGs), tornaram-se ferramentas indispensáveis de gestão pública, sendo concebidos e desenvolvidos pela Celepar por meio do uso de dados geográficos e do georeferenciamento das bases de dados convencionais já produzidos pelos diversos órgãos de governo.

Fonte: http://www.celepar.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=41

_______________________________________________________
A capacidade de analisar e confeccionar diferentes mapas a partir de grandes volumes de dados complexos de forma automática, permite aos usuários da área de segurança pública, realizar diversos tipos de procedimentos operacionais, que com técnicas tradicionais eram quase impossível ou perderiam muito tempo de execução.

A análise espacial nos concede diversas oportunidades de exploração incomparável em relação a outros tipos de analise que não considerem a atributo geográfico. As possibilidades oferecidas por esse tipo de analise são praticamente ilimitadas. Tais como Analise de zonas quentes de crimes ( áreas de alto grau de incidência de crimes, não são determinadas por limites administrativos) analise da direção, distancia e tempo de recuperação de roubos e furtos, identificação de territórios de gangues; calculo automático de taxas especificas por crimes e área de abrangência; construção de superfície de criminalidade; analise de redes viárias,; planejamento de barreiras policiais; localização rápida de viaturas.

Uso do Geoprocessamento para auxiliar a segurança Pública no Mapeamento da Criminalidade

II Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte Nordeste de Educação Tecnologica

II CONNEPI 2007

_______________________________________________________
O Sistema de Informação Geográfica é o processo de transformação de dados em informações. Está sendo utilizado como instrumento importantíssimo para os gestores públicos, pois não se pode mais administrar sem informações precisas em diversas áreas. Em Santa Catarina vários SIGs estão em funcionamento, o mais atual e dentro da área de Segurança Pública é a tornezeleira eletrônica, em fase experimental.

_____________________________________________________________
O nosso Estado utiliza a tornozeleira eletrônica em condenados pela justiça,o qual lhes dá o direito de prisão domiciliar. Estas tornozeleiras também são muito eficazes para recaptura dos condenados que saem fora do limite de circulação determinado pela justiça.

As informações são passadas à Central de Monitoramento da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa do Cidadão, em Florianópolis. Neste posto, uma equipe controla os passos do condenado usuário da tornozeleira por meio de programa de rastreamento associado ao Google Maps.

Fonte: http://www.clicrbs.combr/diariocatarinense.

___________________________________________________________
O governo do Estado do RGSUL tem ampliado a utilização de novas metodologias, incrementando o uso de ferramentas tecnológicas e de inteligência para o combate à criminalidade. A Brigada Militar, desde 2009, conta com o processamento georreferenciado das ocorrências. As informações são plotadas no google maps, georreferenciando-as e tornando possível a identificação de alguns fatores da incid~encia dos crimes, as regiões onde ocorreram eas suas características. Com tais informações o gestor otimizará os recursos disponíveis, alcançando um mlehor resultado nas ações preventivas e repressivas. Fontes: www.ssp.rs.gov.br, acesso em 31/03/2011. e www.estado.rs.gov.br.

_____________________________________________________
Estamos aqui falando de SIGs, que contam com a coleta de dados espaciais. Esse Sistema possibilita, de forma rápida, a se chegar a uma decisão adequada. Já que essa ação contará com dados, métodos, pessoas treinadas e tecnologia adequada. Um assunto muito discutido na sociedade hoje é o "MEIO AMBIENTE", questões que passam pela parte da educação, bem como pela parte da criminzalização. Encontramos SIG auxiliando na gestão ambiental da região Xingu - Tapajós.

Sites visitados: Acessados em 31/03/11.

< http: www.levs.marilia.unesp.br- "SIG na prevenção criminal" >.

< www.cetem.gov.br/aquarios/documentos/2007>

_______________________________________________________
A utilização de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) é extremamente útil à tomada de decisões associadas aos programas de vigilância epidemiológica. O projeto considera a aplicação específica de um sistema SIG para a geografia médica, através da geração de um banco de dados das ocorrências de cânceres no Estado de Santa Catarina– Brasil, documentadas no Hospital de Caridade em Florianópolis/SC. Após a geração do banco de dados, utilizaram-se as ferramentas disponíveis no software Geomedia Professional 5.1 para avaliar espacialmente a correlação entre as ocorrências dos casos de câncer com potenciais fatores sócio-ambientais, resultando em mapas temáticos.

Fonte: http://www.geolab.faed.udesc.br

_________________________________________________________
O SIG, existente desde 1960 no Canadá, é mais uma ferramenta cada vez mais utilizada em todos os meios de mercado, busca eficiência, qualidade, suporte e agilidade nos ramos das empresas públicas e privadas, buscando tornar cada vez os serviços prestados com maior agilidade e qualidade.

Como o sistema suporta vários outros aplicativos, como mapas, imagens via Satélite, rastreadores e outros meios eficientes, elaborando estatísticas, efetuando comunicação imediata de ocorrências, se faz cada dia mais presente no mercado, o que tem reduzido seu custo e aumentado sua procura.

No setor da segurança pública, hoje temos sistema de transmissão de dados em tempo real, localização de veículos, monitoramento de viaturas e até de presos em regime de liberdade condicional.

Acreditamos que è uma grande ferramenta a auxiliar o Estado no cumprimento de seu mister na área da segurança.

http://www.edumedeiros.com/geografia/sig.php

______________________________________________________
Encontrei um artigo escrito por Eduardo Auler e herculano Barreto Filho na interne,t onde foi analisado que mesmo com o uso de tornozeleiras eletrônicas para monitorar à distância presos que receberam benefícios para saída temporária, o índice de evasão do sistema penitenciário não foi reduzido. Um terço dos detentos do regime semiaberto arrancou o equipamento para fugir. O novo sistema foi implantado no dia 11 de fevereiro e, foi colocado em prática, 116 presos receberam o benefício, 38 estão foragidos.

__________________________________________________________
Temos um grande ponto de análise criminal existente para utilização de produção de conhecimento específica para a gestão da segurança pública. Abaixo link:
_____________________________________________________
Em Santa Catarina, o Departamento de Administração Prisional (DEAP) estava até pouco tempo atrás, monitorando detentos através de tornozeleiras eletrônicas.

A tornozeleira poderia ser colocada em detentos com prisão domiciliar, ou em regime semi-aberto.

Foi através desse monitoramente, que um detento do município de Criciúma, foi recapturado depois de ter se deslocado a uma área onde há pontos de tráfico de drogas e prostituição. Mesmo tendo sido avisado por voz através da tornozeleira elerônica Preso com tornozeleira eletrônica sai de sua área limite e é

O homem foi alertado pelo comando de voz do aparelho que tinha ultrapassado o limite.

Com o sinal de localização, policiais militares seguiram o homem e o prenderam.

http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&local=18§ion=Geral&newsID=a3099119.xml

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Conselho Nacinal de Justiça lança site para mapear sistema prisional

Quando a esfera do executivo não toma as devidas providências sobre problemas de gestão, ocorre que outros órgãos, no caso do judiciário, se envolvam para resolver questões simples para gerar informações que apoiarão a tomada de decisão frente a certas dificuldades. Um caso típico pode ser verificado na matéria abaixo:
O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) lançou nesta segunda-feira um site para mapear o sistema prisional do país. Chamado de Geopresídios, o programa está em fase de teste e é abastecido por juízes responsáveis pela execução penal.
O CNJ determinou que todos os dados completos estejam disponíveis em 30 dias.
Atualmente, é possível verificar a quantidade de vagas e estabelecimentos prisionais, população carcerária (masculina e feminina) e percentual de presos provisórios (que aguardam julgamento) em cada Estado. Há ainda detalhes por categorias, como o número de presas grávidas e quantos estudam.
Pelos dados atuais no sistema, no Estado de São Paulo são 166.961 presos e 103.512 vagas em 2.355 estabelecimentos. São 10.705 presas e 156.256 presos.
Os dados do sistema serão atualizadas regularmente a partir das inspeções mensais que os juízes fazem a penitenciárias, cadeias públicas, delegacias, hospitais de custódia e outras unidades do sistema carcerário brasileiro.

Fonte: Folha.com

quarta-feira, 30 de março de 2011

Reflexão - "De volta a vaca fria"


Apresento uma matéria vinculada na mídia e a reflexão do pesquisado da área de segurança pública, José Luiz Gonçalves da Silveira.
Apresento uma matéria vinculada na mídia e a reflexão do pesquisado da área de segurança pública, José Luiz Gonçalves da Silveira.

"De volta a vaca fria"
As medidas compõem um discurso recorrente, eles costumam não sair do campo elucubrativo... mas acredito que estamos melhorando... Há casos que já percorreram muitas etapas do planejamento até a ação.
Um dos problemas reside na falta de um diagnóstico inicial, que visa dar consistência ao planejamento, torná-lo participativo e angariar o compromisso dos órgãos e dos profissionais envolvidos.
Antecipar um Plano, sem os cuidados metodológicos mínimos, dão um "ar" de prepotência e se afasta do foco no resultado.
Assim, estará fadado a não atingir alguns (talvez muitos) de seus objetivos e, principalmente, expressar em suas ações e decisões os compromissos assumidos.
O passo inicial é uma mudança nos estilos de liderança predominantes nas organizações, fortemente influenciado da cultura organizacional vigente até então.
Percebo um claro consenso de onde precisamos chegar, mas não está claro o caminho a trilhar, influenciado por não saber/identificar de onde estamos partindo.

Abaixo notícia comentada!


ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO PARÁ DEBATE SEGURANÇA PÚBLICA NO ESTADO


O secretário de Segurança Pública do Estado, Luiz Fernandes Rocha, participou, na manhã desta segunda-feira, 28, de uma audiência pública promovida pela Assembléia Legislativa do Estado, em Belém. A reunião, solicitada pelo deputado estadual Divino dos Santos, atual presidente da Comissão Permanente de Prevenção às Drogas da Alepa, contou com a presença de diversos parlamentares, representantes da sociedade civil e dirigentes do Sistema Estadual de Segurança Pública.
"Nosso objetivo maior é estabelecer um fórum de discussão mais amplo onde legisladores, autoridades e cidadãos paraenses possam debater temas importantes para a sociedade, como a violência, a criminalidade e a segurança no Estado do Pará", frisou o deputado Divino dos Santos, que abriu os pronunciamentos feitos durante a sessão. A cúpula da segurança pública do estado reforçou as diretrizes do atual governo para o combate à criminalidade - que inclui o reaparelhamento das polícias, a valorização da atividade policial e a implantação de uma cultura de paz - e expôs o cronograma de ações que prevê o trabalho integrado dos organismos de segurança (polícias Civil, Militar, rodoviária federal e estadual e Guarda Municipal).
"É preciso combater de forma enérgica e rigorosa o tráfico de drogas, que patrocina o crime no nosso Estado. Durante anos, vários governos se omitiram e ignoraram a gravidade deste tema. Por isso louvo a iniciativa desta Casa e do deputado Divino dos Santos, de promoverem esse debate", discursou o deputado Celso Sabino. O representante do Tribunal de Justiça do Estado, juiz Raimundo Moisés Flexa, reforçou o posicionamento dos parlamentares. "Não há política de segurança pública no país e é preciso dar uma resposta urgente e imediata à sociedade para o problema da violência e da criminalidade".
"Esse mal chamado tráfico de drogas tem destruído famílias e gerações de jovens e, principalmente, a perspectiva de vida de um número absurdo de pessoas", comentou o presidente do Comitê das ONGS Antidrogas do Pará, Walmir Gomes. "Essa audiência deve resultar em ações concretas, e, nesse contexto, cada um de nós tem um papel importante no enfrentamento à criminalidade. Famílias, escolas, igrejas e os poderes constituídos podem, juntos, mudar o cenário atual do tráfico de entorpecentes no Pará", ressaltou o delegado da Polícia Federal Raimundo Soares de Freitas.
"O combate à criminalidade tem dois divisores: a promoção de políticas públicas e sociais e a ação mais repressiva para o enfrentamento à violência gerada pelo tráfico de drogas. Nesse aspecto, a união de esforços das polícias, do Ministério Público e do Judiciário é essencial", destacou o promotor de justiça Luiz Márcio Teixeira.
Diante das considerações feitas pelos parlamentares, o secretário de Segurança Pública, Luiz Fernandes Rocha, citou os fatores que contribuem para a "deterioração da ordem pública, como a consolidação do mercado de drogas ilícitas e a baixa efetividade do sistema de justiça criminal". Entre as medidas que visam conter o avanço da criminalidade no estado, destacou a reestruturação da inteligência policial, a aproximação das diversas corregedorias do Sistema de Segurança Pública, a integração das informações e do planejamento operacional entre as forças policiais e a implantação de políticas de prevenção social da criminalidade.
Para o combate específico ao tráfico de drogas, Luiz Fernandes informou que a Segup já está promovendo uma grande reestruturação na atividade de inteligência do Sistema de Segurança, além do levantamento completo dos pontos de vendas de drogas e do cumprimento de um número expressivo de mandados de prisão.
O secretário de Segurança Pública do Estado, Luiz Fernandes Rocha, participou, na manhã desta segunda-feira, 28, de uma audiência pública promovida pela Assembléia Legislativa do Estado, em Belém. A reunião, solicitada pelo deputado estadual Divino dos Santos, atual presidente da Comissão Permanente de Prevenção às Drogas da Alepa, contou com a presença de diversos parlamentares, representantes da sociedade civil e dirigentes do Sistema Estadual de Segurança Pública.
"Nosso objetivo maior é estabelecer um fórum de discussão mais amplo onde legisladores, autoridades e cidadãos paraenses possam debater temas importantes para a sociedade, como a violência, a criminalidade e a segurança no Estado do Pará", frisou o deputado Divino dos Santos, que abriu os pronunciamentos feitos durante a sessão. A cúpula da segurança pública do estado reforçou as diretrizes do atual governo para o combate à criminalidade - que inclui o reaparelhamento das polícias, a valorização da atividade policial e a implantação de uma cultura de paz - e expôs o cronograma de ações que prevê o trabalho integrado dos organismos de segurança (polícias Civil, Militar, rodoviária federal e estadual e Guarda Municipal).
"É preciso combater de forma enérgica e rigorosa o tráfico de drogas, que patrocina o crime no nosso Estado. Durante anos, vários governos se omitiram e ignoraram a gravidade deste tema. Por isso louvo a iniciativa desta Casa e do deputado Divino dos Santos, de promoverem esse debate", discursou o deputado Celso Sabino. O representante do Tribunal de Justiça do Estado, juiz Raimundo Moisés Flexa, reforçou o posicionamento dos parlamentares. "Não há política de segurança pública no país e é preciso dar uma resposta urgente e imediata à sociedade para o problema da violência e da criminalidade".
"Esse mal chamado tráfico de drogas tem destruído famílias e gerações de jovens e, principalmente, a perspectiva de vida de um número absurdo de pessoas", comentou o presidente do Comitê das ONGS Antidrogas do Pará, Walmir Gomes. "Essa audiência deve resultar em ações concretas, e, nesse contexto, cada um de nós tem um papel importante no enfrentamento à criminalidade. Famílias, escolas, igrejas e os poderes constituídos podem, juntos, mudar o cenário atual do tráfico de entorpecentes no Pará", ressaltou o delegado da Polícia Federal Raimundo Soares de Freitas.
"O combate à criminalidade tem dois divisores: a promoção de políticas públicas e sociais e a ação mais repressiva para o enfrentamento à violência gerada pelo tráfico de drogas. Nesse aspecto, a união de esforços das polícias, do Ministério Público e do Judiciário é essencial", destacou o promotor de justiça Luiz Márcio Teixeira.
Diante das considerações feitas pelos parlamentares, o secretário de Segurança Pública, Luiz Fernandes Rocha, citou os fatores que contribuem para a "deterioração da ordem pública, como a consolidação do mercado de drogas ilícitas e a baixa efetividade do sistema de justiça criminal". Entre as medidas que visam conter o avanço da criminalidade no estado, destacou a reestruturação da inteligência policial, a aproximação das diversas corregedorias do Sistema de Segurança Pública, a integração das informações e do planejamento operacional entre as forças policiais e a implantação de políticas de prevenção social da criminalidade.
Para o combate específico ao tráfico de drogas, Luiz Fernandes informou que a Segup já está promovendo uma grande reestruturação na atividade de inteligência do Sistema de Segurança, além do levantamento completo dos pontos de vendas de drogas e do cumprimento de um número expressivo de mandados de prisão.
Fernandes falou ainda sobre os novos projetos para a área, como a implantação da Divisão de Homicídios, a modernização e terceirização do atendimento do Centro Integrado de Operação (CIOP) e a aquisição de 1.200 novos veículos para os órgãos de segurança em todos os municípios paraenses. Também estão previstas a compra de 4 helicópteros para potencializar e assegurar uma resposta imediata às ações operacionais das polícias, a criação da Base do Grupamento Fluvial Integrado e da Unidade Pró-Paz (UPP) e a realização de concurso público para 1.060 policiais militares e 500 civis.
Até o final deste ano, os investimentos em segurança pública realizados pelo Governo do Estado devem chegar a aproximadamente R$ 140 milhões, segundo o titular da Segup.
Lene Alves - Ascom/Segup

Fonte da notícia: http://policiacivildopara.blogspot.com/2011/03/assembleia-legislativa-do-para-debate.html

terça-feira, 8 de março de 2011

Resposta a questionamento do curso de planejamento estratégico


Ao estruturar um planejamento para uma organização se vislumbra consolidar um norte a ser seguido. Este norte pretende dar eficiência as ações desenvolvidas pela organização. Todos na estrutura organizacional da instituição devem estar cientes e, se possível, participar do alinhamento do planejamento da organização. O planejamento estratégico visa dar um dinamismo nas ações empreendidas nos setores da organização, delimitando objetivos, metas e tarefas, assim como a análise dos resultados alcançados. Isto melhorando seu desempenho frente a seus clientes.
Desta forma, saliento que é difícil desenvolver um planejamento estratégico sem contemplar as partes táticas e operacionais de uma organização. Claro que ao se proceder a um planejamento poderá ser dado mais ênfase, caso haja necessidade, à parte estratégica, tática ou operacional da organização, mas a capilarização das ideas na instituição como um todo é parte fundamental.
Ao iniciar planejamento é necessário entender o negócio da organização e para isso deve entender a parte estratégica, a tática e a operacional. A interligação das ações é importante pois numa organização a informação flui dentro de um canal de comunicação, no qual as tarefas são delegadas e os serviços são executados. Por este motivo o planejamento deve estar imbricado dentro da estrutura organizacional. Ajustes devem ser dados para alcançar os objetivos e dentro deste contexto a interligação e a sequência das fases é um facilitador dentro do processo de criação do planejamento.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Número Único: Registro de Identidade Civil - RIC


O RIC é o número único de Registro de Identidade Civil pelo qual os brasileiros serão identificados em suas relações com a sociedade e com os órgãos públicos ou privados. O RIC apresenta avanços tecnológicos que posicionam o Brasil na vanguarda da identificação civil.
Com a chegada do RIC, cada cidadão passa a ter um número nacional baseado em suas impressões digitais. Isso evita que o cidadão seja confundido com outra pessoa ou que alguém se passe por outro para cometer crimes, contrair dívidas ou cometer abusos. Por isso, o RIC será um importante mecanismo para facilitar a inclusão social e ampliar a segurança para os processos de abertura de contas, concessão de créditos e redução de fraudes e prejuízos.
O RIC já será emitido com certificação digital. A combinação das impressões digitais com a certificação digital tornará o processo de identificação pessoal mais seguro. Isso possibilita, por exemplo, maior segurança nas redes de comunicação, redução de fraudes e crimes na internet, entre outras vantagens. Outra facilidade com a inclusão do Certificado Digital é que algumas ações que antes só eram realizadas na presença do interessado poderão ser feitas pela internet utilizando-se da identificação virtual. Assinar contratos, mandar cartas, realizar compras e solicitar serviços: tudo feito pela internet com segurança, agilidade e comodidade. Para saber mais sobre o uso do Certificado Digital, clique aqui!
Resumindo: o RIC moderniza o sistema de identificação civil do país, garante que cada cidadão será único em uma base de dados nacional, fortalece as relações da sociedade com os órgãos públicos e privados, contribui para a promoção da inclusão social e digital, além de ampliar os mecanismos preventivos de segurança pública.

Saiba mais aqui!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O destino da Agência Brasileira de Inteligência ABIN

Presidente Dilma Rousseff vive o recrudescimento desse problema, deparando-se com a recorrente questão

Por Vinícius Costa Formiga Cavaco:
 
A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi criada pela Lei 9.883, de 7 de dezembro de 1999, como órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), para assessorar a Presidência da República produzindo informações de interesse do Estado, salvaguardando-o de ameaças à nossa sociedade e à soberania nacional. Contudo, a verdade inconveniente que nossos governantes não revelam, por temer retaliação da fúria da "comunidade de inteligência", é a sua ineficiência generalizada. Isso decorre de sua perigosa instabilidade institucional, constituindo-se numa caixa-preta invencível e sem controle, que o Estado constituído – poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e Ministério Público – teme fiscalizar. O que ocorre na Abin? Ninguém sabe. Nem nossas autoridades e governantes, nem seus próprios dirigentes.
Todavia, o próprio Estado brasileiro predestinou a Abin a esses desígnios, pois uma instituição criada sob o corporativismo de uma comunidade obscura nasce desajustada. A Abin tem seus cargos de direção contaminados pelo nepotismo, exceção feita aos integrantes que nela ingressaram posteriormente, pela legitimidade da aprovação em concurso público, mas que são internamente preteridos e pejorativamente discriminados de "concursados". Isso porque, em sua criação, a agência foi "aparelhada" com os grupos dessa comunidade, tornando-se reduto de grupos de ex-integrantes do Serviço Nacional de Informações (SNI); militares temporários da reserva do Exército desempregados e muitos "amigos dos amigos", que se digladiam-se inescrupulosamente pelo poder. Obviamente que o resultado não poderia ser diferente dos sucessivos escândalos nacionais e internacionais que maculam sua atuação, cujo agravamento conduziu nosso país à maior e pior crise institucional de inteligência de sua história.
Em uma década de existência, a Abin conturbou os governos dos presidentes Fernando Henrique Cardoso, seu idealizador, e Luiz Inácio Lula da Silva, herdeiro desse explosivo legado, conquistando o infeliz recorde da exoneração de cinco diretores-gerais, todos envolvidos em sérias irregularidades, inexplicavelmente não apuradas.
Agora, a presidente Dilma Rousseff, com mais de um mês no poder, vive o recrudescimento desse grave problema, deparando-se com a recorrente questão: o que fazer com a Abin? O receio deste ensejo desencadeou recentemente uma avassaladora ação de seus "arapongas", pressionando a Presidência da República e a sociedade, tomando como pretexto uma pseudorrepresentatividade nacional de suas associações, ferindo de morte os princípios da hierarquia, disciplina, e do sigilo institucional, sempre convenientemente evocado para encobrir a publicidade de suas ações. Todavia, essa é apenas uma inexpressiva parcela da guerra clandestinamente travada pela autofágica comunidade de inteligência, que alcança diversas instâncias do poder público.
Vale dizer que a Abin foi criada originalmente subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), sucedâneo da antiga Casa Militar, o qual é chefiado exclusivamente pelos generais da cúpula do Exército, principal protagonista da criação do Serviço Nacional de Informação (SNI), em 1967, no então regime militar. Lembremos que, não por acaso, o grande mentor da criação da Abin foi o general Alberto Mendes Cardoso, que foi também o primeiro chefe do GSI, legitimando a influência militar na atividade de inteligência. Porém, atribuir à subordinação da Abin ao GSI a causa da crise nacional de inteligência é desconhecer completamente essa problemática. A presidente Dilma Rousseff, em especial, compreende os riscos potenciais que essa conjuntura representa para a segurança nacional, pois o Brasil sequer tem uma política nacional de inteligência.
Ao que na verdade estamos assistindo são as manifestações explícitas de uma metástase institucional, por sua degenerescência aquiescida em mais de 11 anos de inépcia e diletantismo irresponsável de nossas autoridades. Se este é um problema afeto à inteligência de Estado, sua solução é exclusivamente de ordem moral, pois demanda de nossos dirigentes ter a coragem de enfrentá-lo, atitude que os antecessores da presidente Dilma Rousseff não tiveram. A sociedade brasileira vive a expectativa histórica e a esperança de que ela tenha esse mérito. Porque o destino de histórias dessa natureza já é conhecido de sobejo pela sabedoria popular que professa: "Do pau que nasce torto, até a cinza é torta".

Fonte: Estado de Minas, 15/02/2011