O IpeaGEO é um software desenvolvido pela Assessoria de Métodos
Quantitativos da Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanos e Ambientais do Ipea.
Ele funciona como uma ferramenta gratuita de análises
estatísticas, voltada especialmente a análises espaciais. A inclusão
de técnicas espaciais consolidadas e foco no território nacional são
alguns dos diferenciais do programa. Faça o download e participe do
Fórum de Discussões sobre o IpeaGEO.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
Um novo estudo feito pelo Conselho Mediterrâneo de Estudos de
Inteligência (MCIS) no Almanaque de Estudos de Inteligência de 2012
atenta para o uso dos medias sociais como “a inovação em inteligência
tática de captação aberta de informações”. Joseph Fitsanakis da
IntelNews.org, co-autor do estudo, declara:
Sustentamos que o Facebook, o Twitter, o YouTube e uma série de outras plataformas de redes sociais
são cada vez mais consultadas por agências de inteligência como
inestimáveis canais de aquisição de informações. Baseamos nossos
resultados em três estudos de caso recentes, os quais, acreditamos,
destacam a função da inteligência em relação às redes sociais. (Joseph
Fitsanakis, Pesquisa: Cada vez mais espiões usam Facebook e Twitter para
coleta de informações, intelNews.org), 13 de fevereiro de 2012. [1]
Porém, o que o estudo não menciona é o uso dos medias sociais feito
por agências de inteligência para outros fins. A investigação nos leva a
acreditar que os media sociais são somente um instrumento de captação
de informações da inteligência, quando na verdade, um número de
declarações mostrou que é utilizada para promover propaganda, inclusive
para criar perfis falsos para dar suporte a operações secretas.
Estas práticas são discutidas no Exército de Fakes de Mídia Social
para Promover Propaganda, Mídia Social: Força Aérea Encomenda Software
para Monitorar Exército de Fakes Virtuais e Pentágono Busca Manipular
Mídia Social para Fins de Propaganda [2] , publicados no Global Research
em 2011.
O estudo do MCIS se baseia parcialmente no contexto da
“Primavera Árabe”, o qual supostamente instigou o governo americano a
desenvolver diretrizes para inteligência de coleta de informações a
partir de redes sociais” [3] .
Novamente, não se considera que o governo americano oferece “treinamento de liderança”
para estrangeiros desestabilizarem seus países de origem. Esta tática
está descrita em detalhes no último artigo de Tony Cartalucci, Egito:
Ativistas Financiados pelos Estados Unidos sob Julgamento: “Promoção de
Democracia” Americana = Sedição Internacional [4] .
A “cyber dissidência” é financiada, dentre outros, pela
Freedom House, vinculada à CIA. O primeiro dos eventos da Human Freedom
do Instituto Bush, co-financiado pela Freedom House, foi intitulado “Conferência sobre Cyber Dissidentes: Resultados e Desafios Globais”.
A conferência sobre cyber dissidentes destacou o trabalho,
métodos, coragem e conquistas dos oito palestrantes dissidentes
convidados, de sete países. Cinco desses países são regiões onde a
liberdade foi extinta (todos avaliados como “não livres” pela Freedom
House: China, Cuba, Irã, Síria e Rússia). Os outros dois países são
regiões onde a liberdade está em perigo (ambos avaliados como
“parcialmente livres” pela Freedom House) por causa de um governo
autoritário que acumula mais poder, como na Venezuela, ou por causa da
ameaça de grupos terroristas internos, como na Colômbia. (Conferência
sobre Cyber Dissidentes: Resultados e Desafios Globais, Centro Presidencial George W. Bush) [5]
Países onde a “liberdade foi extinta” e que são aliados americanos,
tais como Barém ou Arábia Saudita, não são listados acima. O único
aliado americano listado é a Colômbia e considera-se que sua liberdade
está ameaçada por grupos terroristas, e não por seu governo.
Vale dizer que o governo colombiano foi acusado de espionar seus
jornalistas e que a Comissão Inter-Americana de Direitos Humanos (IACHR)
declara que a liberdade de expressão ‘quase não existe’ na Colômbia.
O objetivo do “treinamento de liderança” feito por ONGs americanas é o
de desestabilizar os inimigos políticos da América em nome da
liberdade. A “cyber dissidência” é, por sua vez, utilizada por agências
de inteligência para operações secretas.
Notas
[1] Joseph Fitsanakis, Research: Spies increasingly using Facebook, Twitter to gather data , intelNews.org, 13/fevereiro/2012.
[2] Army of Fake Social Media Friends to Promote Propaganda , Social Media: Air Force ordered software to manage army of Fake Virtual People e Pentagon Seeks to Manipulate Social Media for Propaganda Purposes.
[3] (Ibid.)
[4] Egypt: US-funded Agitators on Trial: US “Democracy Promotion” = Foreign-funded Sedition.
[5] The Conference on Cyber Dissidents: Global Successes and Challenges, The George W. Bush Presidential Center.
[1] Joseph Fitsanakis, Research: Spies increasingly using Facebook, Twitter to gather data , intelNews.org, 13/fevereiro/2012.
[2] Army of Fake Social Media Friends to Promote Propaganda , Social Media: Air Force ordered software to manage army of Fake Virtual People e Pentagon Seeks to Manipulate Social Media for Propaganda Purposes.
[3] (Ibid.)
[4] Egypt: US-funded Agitators on Trial: US “Democracy Promotion” = Foreign-funded Sedition.
[5] The Conference on Cyber Dissidents: Global Successes and Challenges, The George W. Bush Presidential Center.
Tradução de Sergio Oliveira
FONTE: www.viomundo.com.br
Peso do Brasil exige um novo serviço de inteligência
O crescente peso do Brasil
no cenário internacional exige uma reestruturação de seus serviços de
inteligência, inclusive no que diz respeito ao acompanhamento de fatos e
tendências que ocorrem fora do país. O alerta foi feito nesta
segunda-feira (2), na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional
(CRE), por especialistas que participaram do painel “A importância da
atividade de inteligência para o Brasil, sua diplomacia e suas Forças
Armadas: causas de seu fracasso em prever movimentos populares no mundo
árabe”.
Para lembrar a importância dos serviços de inteligência, o presidente do Capítulo Brasil da Associação Internacional de Analistas
de Inteligência de Segurança Pública, o professor Denílson Feitoza,
lembrou que o Brasil possui uma das maiores reservas de água doce no
mundo e que, até 2050, 45% da população mundial terá menos água do que o
necessário para viver. Ele questionou até quando o mundo vai aceitar
que o Brasil permita a contaminação de seus mananciais.
Fonte: Forças Terrestres
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
A importância da inteligência para o sistema prisional brasileiro
Tarlys Fernando Werner
Partindo-se do fato que organizações criminosas são comandadas de dentro do sistema penitenciário e do principio que o crime organizado não se extinguirá após algumas operações policiais, nos vemos em uma situação em que precisamos de informações corretas e confiáveis para balizar um plano de ações voltado à desmobilização da estrutura e articulação do crime organizado.
Para que isso ocorra necessitamos transformar os dados existentes nas informações para tomada de decisões corretas. Para Sianes (2005, p.259) dados são a forma primaria de informação. São fatos, tabelas, gráficos e imagens, etc. que não foram processados, correlacionados, integrados, avaliados ou interpretados e sem sentido em si mesmos. Segundo Fernandes (2006 p.11) informação é a matéria-prima para a produção de inteligência, utilizada em apoio ao processo de tomada de decisão.
Com o comprometimento das partes envolvidas, na tarefa de garimpar dados que possam alimentar um sistema de processamento, que irá tratar de forma eficaz a informação e em seguida transformá-la em inteligência que possa se converter em ação efetiva de combate ao crime organizado estaremos seguindo ao ponto em que mais nenhuma operação criminosa será comandada de dentro de prisões. Onde o sistema penitenciário poderá fazer seu propósito de recuperar cidadãos.
Semelhanças Internacionais entre o Crime Organizado
Como se pode perceber nos fragmentos anteriormente postados
(Organizações Criminosas, O crime na América Latina e O crime no Brasil), as
organizações criminosas muito se assemelham, sejam nas formas de atuação junto
aos governos, sejam nas formas de condução dos negócios criminosos ou nas
formas de traçar alianças estratégicas, entre outras. Como o caso da Máfia
Siciliana na Itália, a Yakuza no Japão, o Cartel de Cali na Colômbia e o PCC no
Brasil, onde já ocorreram formas de atuação muito parecidas, por meio do
enfrentamento do Estado.
O assistencialismo promovido pelo PCC no Brasil às pessoas
de baixa renda que necessitam de condições básicas (transporte, saúde,
“segurança” e alimentação) providenciado pelo grupo criminoso em algumas
comunidades tem o intuito de angariar adeptos a sua causa. Tal como já fizera o
Cartel de Cali na Colômbia e outras organizações criminosas no mundo.
Assim, o crime organizado se descaracteriza de “lobo e
coloca pele de cordeiro” agindo onde o estado deixa espaço e buscando novas
formas de atuação. No estilo Robin Hood, tirando dos ricos para dar aos pobres.
Podemos perceber que estão tentando uma espécie de
legitimização de suas ações entre as camadas mais pobres da sociedade.
Inclusive com palavras de justiça, liberdade e paz como forma de sensibilizar e
chamar a atenção para tirar o foco do fato de que é uma organização criminosa
que ganha dinheiro à custa da sociedade trabalhadora. Claro que com uma nova
forma de atuação, se utilizado dos benefícios da era tecnológica e de uma
organização comparável à empresarial.
Eles têm a voracidade do mundo dos negócios em seu íntimo,
pois no mundo dos negócios é assim: “olho por olho, dente por dente”. Afinal,
no submundo do crime não é diferente.
Além disso, a criminalidade brasileira é um retrato da
criminalidade latino-americana e mundial, com grupos criminosos atuando no
tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, assaltos, seqüestro e aterrorizando a
população.
O fornecimento está orientado pela demanda que cresce
assustadoramente, principalmente entre os jovens, desde as classes mais baixas
até as mais altas.
A brutalidade e selvageria do crime organizado, que age
atacando e assassinando policiais, agentes penitenciários, juízes, promotores e
políticos, figuras que simbolizam as instituições governamentais e a força do
estado. Isto faz com que se estabeleça um ambiente de insegurança e incerteza
por parte da população e do próprio estado que se vê incapaz de lidar com essa
nova forma de atuação criminosa.
Como foi dito, o crime organizado adquire novas formas de alcançar
seus objetivos, acompanhando as evoluções da era da informação e se valendo do
conhecimento e experiências, incorporando novas formas de atuação, digna de
grupos revolucionários ou grandes corporações multinacionais.
Desta forma, como combater o crime organizado se, em plena
era da informação, as regiões estão desconectados? Ou seja, as bases de dados
dos criminosos somente são consultadas nas suas regiões e estados de
origem. Isto quando as vaidades entre as
instituições não dificultam o acesso às informações dos criminosos. O crime
está em rede, mas os estados e países não. E este é apenas um dos muitos
problemas a serem enfrentados. Senão
vejamos. Para analisar um fenômeno é
necessário mensurar de forma correta seus impactos, colhendo o maior número de
informação possível sobre o assunto em questão, porém as coletas dos dados
pelas instituições são na sua maioria imprecisas. Isto por que não há uma
metodologia padrão, a ser aplicada por todos os estados.
Para corrigir esse problema a Secretaria Nacional de
Segurança Pública precisa padronizar as informações, criando uma base nacional
de dados estatísticos sobre os crimes dos estados. Isto já começou com dados
estaduais enviados a partir do ano 2000, mas sem grande sucesso no começo,
devido à baixa qualidade dos dados.
Contudo, o envio sistemático dos dados está criando uma base sólida para
ser analisada por vários estudiosos. Ter dados e informações confiáveis para
serem trabalhados corretamente é o principal fator para que se desenvolver análises
criminais confiáveis.
Pesquisa sobre Geoprocessamento - II
Por: JUCELI SARTOR COMIN
Num exemplo de utilização do sistema SIG por prefeituras, os resíduos sólidos são alvo de estudos devido sua grande influência na complexidade do meio ambiente e, sobretudo, na vida humana. . O geoprocessamento (SIG) foi interpretado como ferramental capaz de abranger as problemáticas envolvidas na coleta de lixo, sendo que no trabalho há a síntese de pesquisas sobre o uso da logística e sobre o uso do Sistema de Informações Geográficas - SIG na roteirização dos veículos de coleta de lixo em cidades. Os sistemas de coleta foram alvos de definições em relação ao roteamento e logística, utilizados por causa da dependência desses serviços em termos de armazenamento e tratamento. A coleta seletiva também foi um fator de relevância entre os trabalhos reunidos devido aos fatores de otimização como economia, redução de impactos ambientais, resíduos sólidos, roteirizaçao e geração de renda, entre outros.
http://www.unicentro.br/graduacao/deamb/semana_estudos
Por: PHILIPI DE CAMPOS
O Sistema de Informação Geográfica é composto de "dados referenciados espacialmente que podem ser analisados e convertidos para informação para um propósito específico ou aplicação. A feição chave de um SIG é a análise de dados para produzir nova informação" (PARENT, 1991, p. 28), sendo cada vez diversificado o seu ramo de atuação
Indo para um exemplo de utilização de SIG em prefeituras, temos: As prefeituras começam a investir na implantação do SIG, não só como suporte ao planejamento e controle urbano e fiscal, mas também como uma ferramenta para disponibilizar os seus dados geográficos, de caráter não confidencial, à população. Ex Prefeitura de Uberlândia / MG, implantou um SIG que realiza diversas rotinas que auxiliam na tomada de decisão de seus gestores (vide site: http://www.esteio.com.br/servicos/se_uberlandia.htm).
Fonte: http://www.esteio.com.br/servicos/se_uberlandia.htm
http://www2.forumseguranca.org.br/node/22980
Por: GENESIO FERNANDES
Para se entender o que é um SIG, podemos separar cada um dos componentes de sua denominação.
SISTEMA é um arranjo de elementos relacionados ou conectados de tal forma que constituem um todo organizado com características próprias.
INFORMAÇÃO é o significado que o ser humano atribui a um determinado dado utilizando um processo pré-estabelecido de interpretação.
GEOGRÁFICA diz respeito às relações básicas com a Terra, considerada como um corpo em forma de globo.
Dentre os vários conceitos de SIG, temos:
"SIG é qualquer sistema de gerenciamento de informação que pode
Coletar, armazenar e recuperar informações baseadas em sua localização espacial
Identificar locais dentro de um ambiente alvo de acordo com determinado critério
Explorar relações entre conjunto de dados dentro deste ambiente
Analisar dados relacionados espacialmente para auxílio na tomada de decisão sobre este ambiente
Facilitar a seleção e a passagem de dados para modelos de simulação capazes de avaliar o impacto de alternativas no ambiente escolhido
Mostrar o ambiente gráfico e analítico antes e depois de uma análise qualquer"
Fonte:http://www.esteio.com.br/servicos/se_sig.htm
A ESTEIO S.A. executou em 2001, para a Prefeitura Municipal de Poços de Caldas os serviços de Aerolevantamento com finalidade de geração de Ortofocartas Planialtimétricas na escala 1:2000.
Dentro do mesmo contrato estavam incluídos os serviços de desenvolvimento e implantação de um SIG composto de informações existentes na PM de Poços de Caldas. Além disso, contemplou-se a atividade de Treinamento e Capacitação de funcionários da PM de Poços de Caldas para operação e manutenção do sistema entregue.
Fonte: http://www.esteio.com.br/servicos/se_pocos.htm
Por: NELVIO ESCHER
O sistema de informação geográfica permite ao órgão publico ter controle e para gerenciar possíveis epidemias bem como fenômenos meteorológicos que estão surgindo com freqüência gerando gastos para poder público, que começa a investir nessa tecnologia.
Por: AIRTON GUEDES
Geoprocessamento é uma área de conhecimento que reúne recursos computacionais, como por exemplo, os Sistemas de Informações Geográficas e também técnicas matemáticas, com o objetivo de manipular informações geográficas. O Geoprocessamento influencia diversas áreas como a Cartografia, Análise de Recursos Naturais, Transportes, Comunicações, Energia e Planejamento Urbano e Regional.
Segundo Câmara e Davis, é possível dizer de forma genérica: “Se onde é importante para seu negócio, então Geoprocessamento é sua ferramenta de trabalho”. Sempre que o onde aparece, dentre as questões e problemas que precisam ser resolvidos por um sistema informatizado, haverá uma oportunidade para considerar a adoção de um SIG.
Sistema de Informação Geográfica
Um sistema de informação geográfica (SIG) é um conjunto de softwares, métodos, dados e usuários integrados, possibilitando o desenvolvimento de uma aplicação capaz de coletar, armazenar e processar dados georreferenciados. A utilização de SIG tomou uma proporção muito grande sendo possível melhorar o gerenciamento de informações e evoluir nos processos de tomada de decisão, nas áreas de transporte, proteção ambiental, planejamento municipal, estadual e federal.
As áreas que mais tem se aplicado esta tecnologia são:
Administração Municipal, Estadual e Federal;
Concessionárias de Águas, Telefonia e Energia;
Saúde Pública;
Meio Ambiente, Área Florestal e Agrícola;
Planejamento de Vendas,
Distribuição;
Transportes;
Agricultura;
Projeto e Administração de Polidutos;
Roteamento de Veículos.
Características de SIG e Dados Georreferenciados
Os SIGs se caracterizam por permitir ao usuário, a realização de operações complexas de análises sobre dados espaciais. Um sistema de informação geográfica pode manipular dados gráficos e não gráficos, permitindo a integração de informações para análise e consulta de informações geográficas. Um exemplo seria a localização de uma viatura policial através da posição geográfica.
Atualmente o desenvolvimento de SIG é feito de forma integrada e seus dados podem ser armazenados em Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados que possuem funções e comandos para manipulação dos dados espaciais.
As principais características de um Sistema de Informações Geográficas são:
• A capacidade de inserir e integrar, numa única base de dados, informações espaciais provenientes de dados cartográficos, dados censitários e cadastros urbano e rural, imagens de satélite, redes e modelos numéricos de terreno;
• Oferecer mecanismos para combinar as várias informações, através de algoritmos de manipulação e análise, bem como para consultar, recuperar, visualizar e plotar o conteúdo da base de dados georreferenciados.
Dados georreferenciados podem ter representação gráfica (pontos, linhas e polígonos) bem como numérica ou alfanumérica (letras e números). Estes dados, também chamados de dados referenciados geograficamente, detalham e expõem fenômenos geográficos. O dado georreferenciado descreve a localização do fenômeno geográfico ligado a uma posição sobre ou sob a superfície da terra.
Resumidamente estas técnicas para armazenamento de dados espaciais podem ser descritas da seguinte forma:
Estruturas Matriciais:
Também chamada de raster, este tipo de estrutura tem seus valores associados a uma matriz de células.
Estruturas Vetoriais:
Estruturas vetoriais representam mapas através de coordenadas X e Y, ou longitude e latitude, onde os símbolos do mundo real são localizados por pontos, linhas e polígonos
Fontes: http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/cap1.-introducao.pdf
http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5342/bdg.ppt
www.devmedia.com.br
Por: LEONARDO JOSE DE SOUZA
O governo federal juntamente com o exercito Brasileiro implantou um projeto que mapear 1,8km² da Amazônia. o projeto consiste na instalação de uma plataforma fluvial no rio Papuri, no qual os milites instalaram no fundo do rio uma haste de metal e um triangulo posicionado sobre a plataforma de maneira exata para que possa ser registrada por GPS de alta precisão.
A pirâmide de alumínio que os soldados instalam dentro do rio é um refletor que será usado para aferir a precisão geográfica das imagens de radar feitas pelos aviões do projeto Cartografia da Amazônia, um grande esforço de mapeamento de áreas remotas da floresta, lançado neste ano pelo governo federal. De volta à base, o ponto de GPS marcado no solo será comparado às coordenadas obtidas do ar, usando os refletores como ponto de referência. Para que os mapas tenham a precisão desejada, as coordenadas medidas pelos soldados e pelo avião devem ser iguais, com uma margem de erro de poucos centímetros.
Os refletores precisam estar em terreno aberto para que possam ser detectados com clareza pelo radar - coisa rara em áreas de floresta densa, como o norte do Amazonas. A plataforma fluvial foi desenvolvida pelas equipes de engenharia do Exército para situações como essa, em que não há clareiras ou praias para acomodar os equipamentos. Outras opções incluem armar os refletores em pedras no meio do rio ou em clareiras já abertas por ribeirinhos. A instrução é não derrubar nenhuma árvore.
Fonte:http://geoinformacaonline.com/index.php?option=com_content&task=view&id=354&Itemid=2
Por: MANOEL APARECIDO MORENO
O IBAMA, definido pelo artigo segundo da Lei 7735/89, é o órgão federal executor da Política Nacional do Meio Ambiente agindo na área de pesca, fauna, flora, poluição, degradação, normatização, pesquisa, educação ambiental, técnica e unidades de conservação dentre outras. Para que ocorra a fiscalização, a monitoração, pesquisa, amplitude das unidades de conservação, regular a normatização e por fim a devida educação ambiental.
Há profundas preocupações para identificar, caracterizar e mapear áreas de risco pelo IBAMA no Parque Nacional da Serra do Itajaí, logo, demonstraram o interesse de relacionamento de dados estatísticos e geográficos para o gerenciamento e combate para as áreas de riscos do trabalho de elaboração de plano de contingência para esse território ambiental que foi coordenada pela Analista Ambiental Kátia Regina Aurich (Engenheira Agrônoma).
Programa utilizado: Programa ArcGIS versão 9.1. licenciado pelo CSR/IBAMA.
Disponível em:< http://www.ibama.gov.br/emergencias/wp-content/files/SANTA%20CATARINA%20-%20PARNA%20ITAJAÍ%20-%202008.pdf>.Acessado em: 15 de Julho de 2010.
Por: MARCOS PEREIRA GARCIA
Embora a utilização por parte das secretarias de segurança, ainda não estejam em um patamar avançado, a tecnologia de geoprocessamento já se observa em outros campos, como exemplo a área agropecuária, que conforme dados da pesquisa realizada, desde o ano de 1994, já apresenta estudos.
Fonte: http://www.scribd.com/doc/7157764/Sig-e-Extensao-Rural
Por: JAISON GENTIL QUINTINO
A Secretaria de Estado da Segurança Pública ...(SSPDC-SC), em parceria com a empresa Imagem, esta implementando um projeto de prevenção ao crime, com base na utilização de um Sistema de Informações geográficas (GIS).
Com base nestas analises, a secretaria espera otimizar a gestão da frota policial nas ruas, agilizar os despachos das ocorrências, tornando os serviços de ronda e prevenção mais eficazes. mundogeo.com.br
Por: MARCELO COLIN
O mapeamento criminal constitui uma das diversas aplicações do Geoprocessamento em Gestão Pública, apresentando-se como uma poderosa ferramenta a serviço da justiça e do combate à criminalidade através da espacialização ou georreferenciamento de estatísticas criminais, e apontando para o seu grande potencial em termos de cadastro de ocorrências e análise criminal. A produção de cartogramas estatísticos se insere no ramo da Cartografia Temática integrada com a Estatística.
Os mapas foram desenvolvidos com o objetivo precípuo de contribuir para o planejamento estratégico em Segurança Pública através da análise espacial da distribuição das ocorrências policiais por Áreas Integradas de Segurança Pública. Os mapas temáticos utilizam como base de dados as informações obtidas principalmente junto às Polícias Militar e Civil, que após serem analisadas e receberem tratamento estatístico, são georreferenciadas, contribuindo para a análise espacial da criminalidade e identificação das manchas criminais.
Por: ANDRESSA CRISTINE CAVIQUIOLI
A idéia de mapear o crime existe desde o início do século XVIII na França. Foram criados os primeiros mapas de crime, combinando técnicas de cartografia com estatísticas criminais.
Atualmente esses mapas são desenvolvidos com o objetivo de contribuir para o planejamento estratégico em Segurança Pública através da análise espacial da distribuição das ocorrências policiais por áreas.
Os dados utilizados para a criação dos mapas do Estado do Rio de Janeiro utilizam como base de dados as informações obtidas principalmente junto às Polícias Militar e Civil do Estado, que após serem analisadas e receberem tratamento estatístico pelo próprio NUPESP, são georreferenciadas, contribuindo para a análise espacial da criminalidade e identificação das manchas criminais.
http://www.geocart.igeo.ufrj.br/pdf/trabalhos/2003/Seguranca_Publica_2003.pdf
Por: PAULO ROBERTO PERUZZO
Um exemplo é o Sistema de Informações Geográficas, que funciona com base de dados geográficos, e auxilia nas previsões meteorológicas, coletando registros de uma base de dados e pode apontar a localização nos mapas..
Por: EDUARDO VALDELI DE BARCELOS
As áreas de atuação do SIG são extremamente amplas, pois Um SIG "é projetado para aceitar dados de uma grande variedade de fontes, incluindo mapas, fotografias de satélites, textos impressos ou estatísticas".
fonte:http://www.edumedeiros.com/geografia/sig.php
Por: EDUARDO VIEIRA
O sistema de informação geográfica o SIG, pode contribuir na atividade policial, fiz uma pesquisa na Internet sob o Assunto e encontrei dados sobre o referido sistema (SIG ou GIS - Geographic Information System) que segundo informação é um sistema de hardware, software, informação espacial e procedimentos computacionais que permite e facilita a análise, gestão ou representação do espaço e dos fenômenos que nele ocorrem.
Por: CLAUDIO ADÃO SANCHES
Um sistema de informação geográfica é um sistema baseado em informação baseado em computador que permite capturar, modelar, manipular, recuperar, consultar, analisar e representar geograficamente referenciados. A tecnologia SIG pode trazer enormes benefícios devido a sua capacidade de manipular a informação espacial de forma precisa rápida e sofisticada. Atualmente algumas de suas aplicações incluem temas como a agricultura, floresta, cartografia, geologia, cadastro urbano, redes de concessionárias (água, energia, telefonia), dentre outras.
sábado, 19 de novembro de 2011
Tipos de Inteligente para ser produtivo
Confira como as inteligências linguística, lógico-matemática,
espacial, interpessoal e intrapessoal podem ajudar você e sua empresa a
serem mais produtivos
Quem é mais produtivo também é mais
inteligente? Talvez um não seja sinônimo do outro, mas fazer as diversas
inteligências trabalharem a seu favor para ganhar mais produtividade, é
um primeiro sinal de inteligência.
As inteligências linguística,
naturalista, lógico-matemática, espacial, corporal sinestésica,
musical, interpessoal e intrapessoal, que fazem parte da Teoria das
Inteligências Múltiplas (TIM), criada em 1985 pelo psicólogo Howard
Gardner, apontam as habilidades que podem ser desenvolvidas ou
combinadas de maneira única em cada pessoa.
Gardner, que também é
professor de cognição e educação na Harvard Graduate School of
Education, defende que todas as pessoas são dotadas destes oito tipos de
inteligência, e que as pessoas são consideradas inteligentes pela
capacidade que têm de resolver problemas.
Dos oito tipos de inteligência, cinco delas, se bem trabalhadas,
podem melhorar a produtividade na carreira e dentro das empresas.
Confira:
Inteligência linguística - Diminui os ruídos da comunicação e aumenta a produtividade do grupo.
Identifique: profissionais com essa inteligência possuem habilidades com os sons, ritmos e significados das palavras. Demonstram percepção especial das diferentes funções da linguagem e são capazes de convencer ou transmitir ideias facilmente.
Ganhos: o desenvolvimento dessa capacidade é fundamental para garantir a transmissão precisa e eficiente de mensagens para as demais pessoas.
Identifique: profissionais com essa inteligência possuem habilidades com os sons, ritmos e significados das palavras. Demonstram percepção especial das diferentes funções da linguagem e são capazes de convencer ou transmitir ideias facilmente.
Ganhos: o desenvolvimento dessa capacidade é fundamental para garantir a transmissão precisa e eficiente de mensagens para as demais pessoas.
Inteligência lógico-matemática – Organização em primeiro lugar
Identifique: pprofissionais com capacidade de explorar relações, categorias e padrões, pela manipulação de objetos ou símbolos. Conhecidos pela facilidade para contar e fazer cálculos, são pessoas mais organizadas por natureza. Sabem onde guardam tudo-, o que facilita a recuperação das informações.
Ganhos: Altos níveis de produtividade por conta da organização. Os chefes podem usar esse talento para incentivar a disseminação dessas técnicas para toda a equipe.
Identifique: pprofissionais com capacidade de explorar relações, categorias e padrões, pela manipulação de objetos ou símbolos. Conhecidos pela facilidade para contar e fazer cálculos, são pessoas mais organizadas por natureza. Sabem onde guardam tudo-, o que facilita a recuperação das informações.
Ganhos: Altos níveis de produtividade por conta da organização. Os chefes podem usar esse talento para incentivar a disseminação dessas técnicas para toda a equipe.
Inteligência espacial – Estações de trabalho organizadas e limpas
Identifique: profissionais com percepção visual e espacial precisa.
Ganhos: Pessoas com essa inteligência gostam de manter suas estações de trabalho organizadas e limpas, o que contribui para sua própria produtividade e dos demais, não invadindo o espaço alheio.
Identifique: profissionais com percepção visual e espacial precisa.
Ganhos: Pessoas com essa inteligência gostam de manter suas estações de trabalho organizadas e limpas, o que contribui para sua própria produtividade e dos demais, não invadindo o espaço alheio.
Inteligência interpessoal – Resultados mais rápidos e maior produtividade
Identifique: são profissionais que entendem e respondem adequadamente a reações, intenções, desejos, temperamentos e motivações.
Ganhos: execução de um trabalho com mais eficiência. Conquista da parceria e confiança de outras pessoas. Resultados mais rápidos e maior produtividade.
Identifique: são profissionais que entendem e respondem adequadamente a reações, intenções, desejos, temperamentos e motivações.
Ganhos: execução de um trabalho com mais eficiência. Conquista da parceria e confiança de outras pessoas. Resultados mais rápidos e maior produtividade.
Inteligência intrapessoal – Atitude produtiva
Identifique: capacidade para formular uma imagem precisa de si próprio e lançar mão desse conhecimento para resolver problemas.
Ganhos: reconhecimento das próprias limitações, pensando em formas de superá-las com eficiência. Minimizar fraquezas que possam atrapalhar um projeto ou a equipe.
Como as empresas podem ser produtivas com as diversas inteligências
Identifique: capacidade para formular uma imagem precisa de si próprio e lançar mão desse conhecimento para resolver problemas.
Ganhos: reconhecimento das próprias limitações, pensando em formas de superá-las com eficiência. Minimizar fraquezas que possam atrapalhar um projeto ou a equipe.
Como as empresas podem ser produtivas com as diversas inteligências
Nas
organizações, a Teorias das Inteligências Múltiplas (TIM) pode ser útil
na hora de recrutar e migrar funcionários para outras funções. Em
entrevista recente a revista HSM Management, edição 87 de Julho-Agosto de 2011,
Gardner falou do uso da teoria para identificar líderes nas
organizações e alertou que bons técnicos nem sempre serão grandes
gestores – pode lhes faltar a inteligência interpessoal.
A boa
notícia é que o aperfeiçoamento da inteligência interpessoal - assim
como a intrapessoal -, pode ser feito a qualquer momento, de acordo com a
declaração do psicólogo para uma entrevista a revista Veja, em 2007.
Além
disso, a teoria valoriza a eficiência com que as pessoas resolvem os
problemas, mesmo que de um jeito diferente do tradicional. As
organizações que destacam isso em seus profissionais automaticamente
ganham na produtividade, afinal um time multitalentoso e
multidisciplinar pode chegar a uma solução inovadora mais rápido.
A valorização de cada profissional pelo seu talento único também acarreta no aumento da autoestima do grupo, pois profissionais motivados e seguros de suas capacidades produzem ainda mais e melhor.
A valorização de cada profissional pelo seu talento único também acarreta no aumento da autoestima do grupo, pois profissionais motivados e seguros de suas capacidades produzem ainda mais e melhor.
O treinamento das inteligências
Um
dos maiores desafios é como afiar capacidades que estão adormecidas em
um indivíduo. Kátia Stocco Smole, doutora em educação e diretora da
instituição de treinamento de professores Mathema, diz que o melhor
jeito de ensinar é quando se utiliza habilidades que a pessoa já tem.
“As
inteligências não atuam separadas, uma estimula a outra. A teoria das
inteligências múltiplas é um dos fundamentos de nosso treinamento, pois
são necessários todos os tipos de estímulos para abordar a matemática,
pode ser até por meio das artes. Essa teoria abre uma porta muito
otimista para os alunos, ao apostar que todo mundo é capaz de aprender”.
Na opinião de Celso Antunes, especialista em cognição, esta
teoria pluralizou o uso de formas de expressão e veio dar asas às
competências humanas. “O aluno não precisa materializar o que aprendeu
apenas por meio de um texto, mas por outras alternativas à inteligência
linguística, por exemplo:
• médias e gráficos – inteligência lógico-matemática
• fotos e desenhos – inteligência espacial
• jograis e trovas – inteligência musical ou sonora, entre outras”.
• fotos e desenhos – inteligência espacial
• jograis e trovas – inteligência musical ou sonora, entre outras”.
Fonte: HSM
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